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Centro de Acolhimento Temporário "Casa do Parque"Crescer Ser - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da FamíliaMorada: Estrada de S. Marçal, nº 9 Outurela/ Portela 2790 Carnaxide Telefs: +351 214 167 650 +351 214 177 340 Fax: +351 214 167 659 e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar site: www.crescerser.org Horário de funcionamento: 24H/dia Serviço: Acolhimento temporário de crianças em risco A Crescer Ser - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família (APDMF) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, inscrita com o nº 48/89 no livro nº 3 das Associações de Solidariedade Social, em 17/11/86. Assim, a Associação tem já em funcionamento 7 centros de Acolhimento, sendo um destes centros - O Centro de Acolhimento Temporário “Casa do Parque”. O Centro de Acolhimento “Casa do Parque” nasceu do desejo, por parte da Crescer Ser - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família ( APDMF), de responder à necessidade premente de apoio seguro a um maior número de crianças em diversas situações de risco social grave. A sensibilidade e interesse do Presidente da Câmara de Oeiras por esta problemática possibilitou a cedência de um espaço adequado à instalação de um Centro de Acolhimento, custeou as obras interiores de adaptação desse espaço e comparticipou as despesas de instalação. O Centro Regional de Segurança Social de Lisboa, reconhecendo a importância social do projecto, propiciou rapidamente um acordo com a APDMF, acordo que vai permitir custear boa parte das despesas com o seu funcionamento e garantir o apoio técnico e a estreita colaboração da delegação de Oeiras do CRSS que tem vindo acompanhar e apoiar o projecto. Assim, em 1989 surge a primeira Casa de Acolhimento Temporário com lotação para 10 crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 10 anos de idade, um apartamento do Bugio, situado no rés-do–chão de um edifício da habitação social cedido pela Câmara Municipal de Oeiras. Em 1987 a Casa do Bugio mudou de instalações, passando a ocupar uma casa térrea construída de raiz pela Câmara Municipal de Oeiras, rodeada de espaços verdes, reunindo todas as condições para um acolhimento de qualidade. Com a mudança de instalações a casa alterou também o seu nome passando agora a chamar-se “Casa do Parque” e a ter lotação para 14 crianças, desde os primeiros dias de vida até aos 12 anos de idade. O acolhimento destas crianças, deve ser provisório apenas pelo tempo indispensável ao estudo interdisciplinar nas vertentes médica, psicológica, social, jurídica e educacional de cada criança levando à elaboração de um projecto de vida e ao seu encaminhamento seguro. Este encaminhamento pode ser: o regresso à família biológica e/ou alargada, a inserção numa família de adopção ou de acolhimento e a admissão em instituição que assegure um acompanhamento individual. Sempre que possível, o Projecto de Vida deve contemplar a promoção dos recursos da família nuclear e/ou alargada, no sentido da reintegração familiar das crianças. Quando este não é possível o projecto de vida definido passa pela adopção nacional ou internacional. Apenas quando se esgotam as possibilidades de integração familiar, pretende-se a colocação em instituição que garante o acompanhamento, dinâmico e individualizado. |